Entrevista: "o punk nunca foi sobre técnica, e sim sobre urgência"
Conversamos com quem viveu a cena punk dos anos 80 no Brasil sobre o que sobrou daquele barulho.
Em um estúdio pequeno na zona leste de São Paulo, com pôsteres descascando na parede, sentamos para falar sobre uma cena que nunca teve dinheiro, estrutura ou espaço na imprensa — e que mesmo assim mudou tudo.
"A gente ensaiava com o que tinha"
A conversa começa pelo básico: amplificadores emprestados, shows em salões de igreja e fanzines feitos em máquina de xerox roubada.
O que sobrou
Para o entrevistado, o legado não está no som, mas no método: fazer sem esperar autorização. "Hoje o moleque grava no celular e joga na internet. É o mesmo espírito, muda só a ferramenta."
A entrevista completa em vídeo chega ao nosso canal na próxima semana.
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